A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), deu entrada nesta segunda-feira (3), na Controladoria Geral da União do Estado do Amazonas CGU/Am com uma  SOLICITAÇÃO DE AUDITORIA ESPECIAL EM CARÁTER EXCEPCIONAL E URGENTE para averiguar a legalidade de contratos firmados com as empresas URSO BRANCO SERVIÇÕS DE INSTALAÇÕES E MANUTENÇÃO LTDA - ME que já estava na autarquia “prestando serviço” desde 2012 e o celebrado com a CONSTRUTORA BRILHANTE LTDA, contrato firmado em 2019.

Vale ressaltar que o contrato mantido entre a URSO BRANCO e a SUFRAMA previa o pagamento de um custo fixo mensal na ordem de R$ 240 mil independente do serviço prestado, enquanto o contrato com a CONSTRUTORA BRILHANTE LTDA é sobre demandas atendidas e efetivamente realizadas, atendendo assim a recomendação dos órgãos de controle e da Constituição Federal  que determina a aplicação  do “Princípio da Economicidade” para todos os contratos mantidos com a União.

Estranhamente a URSO BRANCO manteve durante 8 anos um contrato com a SUFRAMA que causava sérios danos e prejuízos ao erário público. Durante este período não houve nenhuma denúncia internamente e tampouco externamente, caberá agora a CGU determinar o que houve e quem de fato está com a razão neste imbróglio envolvendo a autarquia e as denúncias apresentadas pelo Deputado Federal Marcelo Ramos.

Fonte:  portal Arepórter
Postagem Anterior Próxima Postagem
O Amazonense