Nascida albina na África do Sul, Thando Hopa costumava falar em sua juventude sobre como gostaria de ver uma modelo com albinismo na capa de uma grande revista de moda. Passados alguns anos e algumas voltas do mundo, a própria Hopa viria a se tornar ela mesma a primeira modelo albina a estampar a capa da revista Vogue. Sob o título “African Motherland”, a modelo saiu na capa da edição portuguesa da mais importante revista de moda do mundo


Para além da conquista na carreira de Thando Hopa, a conquista simbólica é imensa, em especial para sua luta pessoal pelo fim dos estigmas a respeito das pessoas com albinismo. Cheguei a um lugar na minha carreira onde aprecio cada parte do meu corpo e sei que, onde quer que eu vá, minha existência, do jeito que é, sempre e sempre será o suficiente”, comentou a modelo


Considerada uma das mulheres mais influentes de 2018 e se tornando uma das modelos na ponta da indústria atual, Hopa celebreu o ocorrido em seu valor simbólico e também emocional. “Sou sentimental, vejo progresso e faço parte dessa história progressista”, ela disse

A edição de abril da Vogue foi dedicada ao continente africano e as origens do ser humano, e a presença de Hopa estampando a capa vem sendo especialmente comemorada pelo público – pela representatividade, mas também pelo talento e a beleza de Hopa
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