Pra aliviar minhas dores eu “bato uma de vez em quando”.




Eu sou típico do cara um pouco curioso, moro na compensa em Manaus, aliás vivo aqui desde que nasci, um dia desses estava voltando para casa à noite, estava vindo da Ponta Negra, desci do busão próximo do Mini Shopping da Compensa. De repente ouvi alguns psiu, conforme ia andando, o psiu ia aumentando, resolvi olhar, verificar quem era, fiquei pasmo, quando vi, aquele ser vindo do escuro, confesso que me tremi, pra mim era um sonho, um mulherão daquele tamanho mexendo comigo, e o melhor me convidando pra ir ao motel, pensei, hoje é meu dia de sorte, como sou o patinho feio da rua, nunca peguei ninguém assim, pra aliviar minhas dores eu “bato uma de vez em quando”.

Então conferi o produto, e não é que era uma mulher mesmo? Peitões grandes, bundão, pernão, tudo grande, então pensei, pow se tudo é grande, quero ver “A perseguida” se é grande também neh.

Não durou dois minutos, aquela mulher me conquistou e acabei aceitando o convite para ir ao motel.

Então começo a andar pela Avenida Brasil sentido ao “matadouro” quando surge um “viadinho” gritando, Natacha sua puta tu tem que pagar o ponto! Então aquele mulherão perdeu as estribeiras no segundo, me deixando de lado, partindo para a discussão com o rapazinho que veio cobra-la.

Fiquei um pouco “atordoado”, pow era linda demais para ser realidade, alegria de pobre dura pouco... E muito pouco, quando percebi, a Natacha começou a falar grosso e puxar um canivete. Foi quando deu pra perceber que aquele mulherão na realidade era o Paulão do centro.

Então sai fora, porque a polícia já tinha visto a briga, dessa eu me livrei, só imagino o que poderia ter acontecido se eu tivesse a levado para o motel.

Depois de todo o sufoco que passei, analisei que Paulão era muito parecido com a boneca Momo, Dermilivre vai espanta o cão.


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