Em visita à Rede Diário de Comunicação (RDC), nesta quarta-feira (21), o candidato a governo do Amazonas, o presidente da Câmara Municipal de Manaus Wilker Barreto (PHS), afirmou que, entre suas propostas, estão quatro principais: “Temos quatro nortes: saúde, segurança, emprego e educação. Estamos falando de um governo de quatorze meses, sem muitos sonhos e tem que ser muito realista. Temos uma crise instalada no Brasil, e no Amazonas não é diferente”.

Para Wilker, o mais importante é que a máquina pública Estadual funcione para oferecer serviços à população. “Nosso grande desafio, meu e da Professora Jacqueline (candidata a vice-governadora e também filiada ao PHS) é colocar a máquina para funcionar. Quando eu falo em colocar uma máquina para funcionar, eu falo em colocar o (Hospital e Pronto Socorro) 28 de agosto para funcionar, é colocar o Hospital de Tabatinga para funcionar, porque ele está parado, parado porque não tem medicamento, não tem anestesia. Então o nosso desafio é colocar os segmentos principais do Estado para funcionar. Se alguém me perguntar ‘como em tão curto prazo?’, eu respondo que é enxugando a máquina e enxugar a máquina não é mexer com pessoal, é cortar contratos desnecessários como aeronaves, aluguéis de carros, baixar contratos que consomem mais de três bilhões de reais do orçamento do Estado”, disse.

De acordo com o candidato, para ser governador em um governo de poucos meses é preciso mostrar capacidade gerencial. “Eu estou a frente do sexto maior orçamento do Estado que é a Câmara (Municipal de Manaus), duas vezes presidente com vários feitos administrativos, já estive mais de 100 dias a frente da Prefeitura de Manaus, ou seja, temos o que mostrar, temos conteúdo e temos uma proposta séria para o Amazonas”, afirmou.

Questionado sobre suas propostas para o interior do Estado, Wilker disse que, atualmente, os municípios do interior estão abandonados. “O interior hoje sofre com a questão da saúde e da segurança, como sofre a capital, mas, principalmente, não tem política de emprego para o interior. Vou dar um exemplo: temos o município de Uarini, que tem a marca da farinha do Uarini, este é um produto para se exportar para qualquer parte do mundo, e a farinha produzida em Uarini na consegue chegar em Manaus, com qualidade. Ou seja, o interior precisa ter uma vocação voltada para o consumo da metrópole Manaus. Hoje é vergonhoso que a banana que a gente consome vem de Roraima, 65% da cadeia alimentar do Amazonas vem de fora (do Estado). Temos propostas de política de curto prazo para melhorar o interior”, afirmou.

De acordo com o candidato, o diferencial da chapa para conquistar voto é estar ‘muito leve’ para concorrer. “Eu e a Professora Jacqueline temos um único compromisso que é com o povo do Amazonas. Tanto é que somos aliados do prefeito Arthur (Neto) na prefeitura, mas divergimos dele no que é melhor para o Amazonas. Isto é a prova de independência e que o PHS tem comando no Amazonas. O que a gente quer? É levar para o Estado propostas seguras de quem está tendo experiência comprovada. Eu e a Jacqueline não somos candidatos para marcar posição, mas porque temos capacidade gerencial, temos formação acadêmica e não devemos nada a ninguém, além de sermos ficha limpa”, disse o candidato.

D24
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