O equipamento do qual dispomos hoje não permite detectar corpos celestes, tais como o meteorito de Chelyabinsk, a tempo, bem como prevenir possíveis consequências negativas após sua coalizão com a Terra. Eis as conclusões do relatório de cientistas russos.


Para minimizar possíveis danos, é necessário construir um sistema de reconhecimento e prevenção de ameaças espaciais. Segundo os cientistas, esse sistema deverá ser instalado no espaço.

Estamos acostumados a ouvir que vários corpos celestes — meteoritos e cometas — estão se aproximando da Terra. Em total, astrônomos descobriram 15 mil, mas apenas um entre nove representa ameaça potencial. Sua trajetória foi estimada graças a aparelhos modernos. Isso permite realizar vigilância permanente desses objetos. Mas é fácil detectar corpos celestes grandes. O maior desafio se trata de localizar menores.

Mas a situação piora quando se trata de asteroides cujo diâmetro é menor do que 20 metros. Por isso foi impossível detectar a queda do meteorito de Chelyabinsk (16-19 metros de diâmetro). Aparelhos modernos não permitem "vê-los" quando estão a grandes distâncias, mas também não é possível detectá-los a uma pequena distância devido a sua velocidade enorme.



Claro que existem sistemas de controle radiotécnico, mas eles conseguem observar corpos celestes somente a 20.000 km de distância, dando pouquíssimo tempo para nos prepararmos para uma coalizão.

Em conclusão, planetólogos destacam que atualmente é quase impossível prevenir qualquer coalizão da Terra com "extraterrestres" espaciais, como, por exemplo, o meteorito de Chelyabinsk. Mesmo assim, caso aconteça a tragédia, é vital que os danos sejam minimizados ao receber a informação sobre queda de meteorito com algumas horas de antecedência. 

Os cientistas sublinham que corpos celestes que caem durante o dia não podem ser detectados a partir de quaisquer meios tecnológicos. Assim, devemos elaborar instrumentos espaciais capazes de detectá-los e impedi-los de colidir com nosso planeta.
PNK
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